5 min de leituraWebTraffic

Agência de tráfego pago ou consultoria de performance?

Entenda a diferença entre contratar execução de tráfego pago e contratar direção sênior de performance, e o que perguntar antes de decidir.

Capa do artigo sobre Performance e Mídia Paga: Agência de tráfego pago ou consultoria de performance?

Uma agência de tráfego pago é contratada para operar suas campanhas: montar, ajustar, reportar. Uma consultoria de performance é contratada para decidir o que deve ser operado e responder por essa decisão. A primeira responde por entrega de tarefa, a segunda por direção. Muitas empresas precisam das duas coisas, e contratam só a primeira sem perceber.

Os sintomas de quem só tem execução

O sinal mais comum não é campanha mal feita. É campanha bem feita que não muda nada no negócio.

O relatório chega bonito, com clique subindo e custo por clique caindo, e o faturamento continua igual. Ninguém está errando a execução. Ninguém está respondendo se aquela campanha deveria existir.

O segundo sinal é a reunião que trava na pergunta "e agora". Quando o resultado cai, o time de execução propõe o que sabe fazer: mais orçamento, mais palavra-chave, mais criativo. Nenhuma dessas respostas passa pela hipótese de que o produto, o preço ou a página de destino é que estão fora do lugar.

O terceiro é a ausência de alguém que diga não. Um contrato de execução é remunerado por operar; sugerir que metade da verba seja desligada é trabalhar contra o próprio faturamento. Não é má fé, é desenho de incentivo.

O quarto aparece no calendário e não no relatório. Se as pautas das últimas reuniões foram todas sobre o que foi feito, e nenhuma sobre o que deveria ser feito, o contrato é de execução mesmo que tenha outro nome no papel.

O que muda quando existe direção sênior

Direção começa antes da campanha. A primeira entrega não é uma conta de anúncios, é uma leitura do negócio: qual cliente dá lucro, qual canal já está saturado, qual parte do funil está furada antes da mídia chegar nela.

Depois dela, a decisão passa a ter dono. Alguém assina que aquele investimento deveria ser feito, e explica o raciocínio de um jeito que o financeiro entende. Quando o número não vem, essa mesma pessoa volta e diz onde a hipótese estava errada.

A terceira diferença aparece na conversa com quem executa. Uma consultoria dirige o trabalho do time interno ou da agência que já está lá, em vez de disputar a conta com eles. O melhor resultado dessa relação é frequentemente a agência atual passar a entregar melhor.

Muda também o que acontece quando a hipótese falha. Num contrato de execução, resultado ruim vira pedido de mais verba ou mais campanha, porque é o que o fornecedor tem para oferecer. Num contrato de direção, resultado ruim vira revisão da hipótese, e às vezes a conclusão é que o problema não estava em marketing.

E existe a parte que ninguém gosta de contratar: a recomendação de gastar menos. Ela só aparece quando quem recomenda não é pago por executar.

Quando a agência é a escolha certa

Nem toda empresa precisa de consultoria, e vender isso para quem não precisa é o mesmo erro pela outra ponta.

Se a operação já tem alguém sênior que decide, escreve a hipótese e responde pelo número, o que falta é mão qualificada. Nesse caso uma boa agência entrega mais valor por real investido que qualquer diagnóstico.

Se a empresa está começando, com um canal só e orçamento pequeno, também não é a hora. Diagnóstico custa o que custa, e o retorno dele aparece quando existe complexidade suficiente para justificar ordenação.

O caso em que a consultoria paga a própria conta é o terceiro: várias frentes rodando ao mesmo tempo, investimento relevante e ninguém com mandato para olhar o conjunto.

Um pedigree que se verifica, não se promete

Toda consultoria diz que tem critério sênior. A pergunta útil é o que sustenta a afirmação.

A WebTraffic existe desde 2001 e passou a primeira década operando performance para grandes anunciantes, parte dela como o motor técnico por trás de grandes agências de publicidade. Isso significa duas décadas defendendo decisão de mídia diante de gente que tinha poder de vetar e um cliente para satisfazer. Em fevereiro de 2012, o topseos.com listou a empresa em primeiro lugar no seu ranking de gestão de PPC no Brasil.

Nada disso prova que a decisão de amanhã vai estar certa. Prova que existe repertório, e repertório é o que evita repetir o erro de 2009 com a ferramenta de 2026. É o que a consultoria de performance coloca dentro da conta.

O que perguntar antes de decidir

Quatro perguntas separam os dois contratos, e valem para qualquer fornecedor, inclusive para nós.

Quem responde se o investimento não deveria ter sido feito? Se a resposta for "a gente reporta e você decide", é execução, e isso está certo desde que você tenha quem decida.

Você já recebeu uma recomendação de reduzir verba? Se nunca, ou o negócio é perfeito, ou ninguém está olhando o conjunto.

O relatório mostra o que o negócio ganhou ou o que a campanha fez? São coisas diferentes, e só a primeira serve para decidir.

Quem vai atender a conta é quem apresentou a proposta? A resposta honesta aqui vale mais que qualquer case.

Nenhuma delas exige que o fornecedor seja generoso na resposta. Todas têm verificação no contrato ou no histórico de reuniões, e é por isso que funcionam melhor do que pedir referência.

Se as respostas apontarem para falta de direção, o começo não é trocar de fornecedor. É fazer um diagnóstico antes de mexer em qualquer campanha.

Falar com a consultoria de performance

Quer esse tipo de direção na sua operação?

A WebTraffic dirige a performance de empresas e e-commerces com critério sênior.

Leia também