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23 de July 2010

Funcionários buscam acessar sites proibidos no trabalho

De acordo com uma pesquisa da Nielsen, 86% dos brasileiros acessam sites de relacionamento, mas são poucos os privilegiados que podem ter o acessado a redes sociais como: Twitter, Facebook, Orkut, YouTube e Flickr no ambiente de trabalho, a maior parcela das empresas adotam políticas rígidas para que os funcionários não entrem nessas novas mídias digitais.

É uma tarefa difícil manter os usuários desconectados totalmente das redes de compartilhamento de informações, uma série de internautas arrumam a todo custo uma maneira de burlar os sistemas implementados no serviço, e até mesmo os alunos das instituições de ensino superior e médio.

A Robert Half, uma empresa na área de recrutamento, apresentou recentemente, um estudo que aponta as empresas nacionais como as que mais controlam o uso de meios virtuais, perdendo apenas para Dubai e Irlanda. Já segundo a Trend Micro, organização que desenvolve softwares de segurança para conteúdos, em outro levantamento, ao tentar entrar em determinados sites, um em cada dez usuários admitiram ter fraudado a segurança de sistemas da empresa.

O bloqueio de alguns sites e redes sociais é predominante em empresas de pequeno e médio porte, de acordo com a gerente de marketing da Robert Half, Adriana Cambiaghi. “Há um grande medo quanto à diminuição da produtividade. À medida que pessoas da nova geração (que tem mais familiaridade com a internet) passarem a comandar empresas desse porte, haverá uma mudança de mentalidade”.


Com informações do UOL Tecnologia.

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