EU digital

O seu Eu digital é diferente do seu Eu presencial? No decorrer da vida, todo mundo desenvolve vários perfis. Seria diferente na vida virtual? Ou talvez, o EU Digital é apenas uma válvula de escape para o que a pessoa gostaria de ser? Desempenhamos diversos papéis na vida real desde que nascemos, como filho, namorado, aluno, profissional, esposo, pai, e assim por diante. No meio digital isso também acontece, são desempenhados diversos perfis que naturalmente estão em constante mudança. Segundo Luiz Algarra, da Papagallis Consultoria “o Eu Digital nada mais é do que uma esquizofrenia saudável e socialmente aceita”.

Na internet, o que realmente importa é a relevância do que você diz. Representatividade não significa visibilidade. Você tem que ser representativo aonde você quer ser.

Preconceito na WEB não existe!

O preconceito na web não existe! A aparência na web é interpessoal, o que melhora o relacionamento entre as pessoas, mas até que ponto é possível ser a mesma pessoa on e off? É possível desempenhar milhões de papéis na web. Web-celebridades podem ser reais, como podem ser avatares fictícios. Ao se criar uma comunidade na web, as crenças, os valores vem de fora, vem do mundo real. E é nessa mistura que surgiu um novo mundo: as redes sociais.

Geo-localização: charme ou realidade, gadget ou business?

As ferramentas de Geo-localização estão se tornando mais sociais. Um exemplo disso é o sucesso que o Foursquare está fazendo. A geo-localização é um serviço que só tende a crescer, além de ser uma funcionalidade que está entrando em vários outros serviços.

Outro ponto interessante é que, através da utilização dos check-in, as pessoas passam informações sobre seu comportamento, importante fonte de estudo de mercado para as empresas. Nas campanhas, o foco da maioria das marcas que utilizam o Foursquare são as campanhas de descontos, e isso deve permanecer assim por um tempo. Entretanto existem diversas outras maneiras de se abordar as pessoas. A geo-localização e as estratégias das marcas têm que ir além do check-in e pensar nas necessidades dos usuários. É tempo de inovar!

Conclusão:

Social Media ajuda causas pequenas a ganhar força, mas também serve de apoio para causas gigantescas. No Brasil, as redes sociais têm muita força, grande senso de humor e habilidade de mostrar a força/voz que possuem para o mundo. E é isso que a internet oferece, a oportunidade de lutar de forma organizada. O maior desafio de qualquer negócio na internet é se tornar relevante. Não existe fórmula correta para isso. Pensar em algo inovador e com integração da rede social tem mais possibilidade de dar certo. Só estar presente nas redes sociais não adianta. Como disse Ethan Zuckerman: “Social Media is about love. If you don´t love it, it´s probably not a good thing to do”.

Não deixe de conferir a primeira parte do texto sobre a Social Media Week clicando aqui

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Comentários

  1. Pingback: Social Media Week 2011 - Parte 1 |

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